Existe uma tendência silenciosa que atravessa a vida de muitas pessoas: a necessidade de controlar.
Controlar situações, respostas, pessoas, prazos, resultados.
Às vezes por medo de errar, de perder, de esperar ou de confiar.
Outras vezes, pelo desejo de que tudo seja bem feito, bonito, organizado, do jeito certo.
Eu mesma já percebi isso em mim.
Eu mesma já percebi isso em mim.
Em muitos momentos, a busca por fazer tudo da melhor forma possível acabou me levando a tentar controlar mais do que me cabia — não por falta de fé, mas por não perceber onde termina a minha responsabilidade e começa o mistério que pertence a Deus.
O problema do controle não é apenas emocional. É mais profundo: é tentar ocupar um lugar que não é nosso.
Quem sustenta todas as coisas é Deus.
Quando tentamos controlar tudo, muitas vezes sem perceber, resistimos à nossa condição de criaturas.
E isso, aos poucos, nos desgasta, endurece e nos afasta da vida real que está sendo vivida agora.
O que nasce desse excesso de controle
O que nasce desse excesso de controle
Quando o controle se torna um modo de viver, ele gera consequências reais:
• desgaste constante
• frustração quando as coisas não saem como planejado
• incômodo diante do imprevisto
• dificuldade de viver o que Deus está oferecendo hoje
A vida passa, mas o coração permanece tenso, sempre esperando que “tudo esteja resolvido” para então viver bem.
Um movimento humano, mas que precisa de correção
• desgaste constante
• frustração quando as coisas não saem como planejado
• incômodo diante do imprevisto
• dificuldade de viver o que Deus está oferecendo hoje
A vida passa, mas o coração permanece tenso, sempre esperando que “tudo esteja resolvido” para então viver bem.
Um movimento humano, mas que precisa de correção
Muitas vezes, esse impulso de controlar não nasce de uma única causa clara.
Ele se forma aos poucos, a partir da soma de responsabilidades, expectativas e da sensação constante de que tudo depende de nós.
Sem perceber, passamos a viver em estado de vigilância interior, sempre tentando antecipar problemas, evitar falhas e garantir que nada saia do eixo.
É humano, mas quando se torna um modo permanente de viver, deixa de nos proteger e começa a nos desgastar.
Esse movimento é humano. Mas não é saudável, nem sustentável.
Viver tentando controlar tudo é viver em estado de alerta permanente.
E isso não corresponde ao lugar que Deus nos deu na criação.
Confiar não elimina a responsabilidade
Confiar em Deus não é abandonar a vida, nem agir de forma passiva.
É reconhecer limites.
Deus não nos chamou para controlar todas as coisas.
Confiar não elimina a responsabilidade
Confiar em Deus não é abandonar a vida, nem agir de forma passiva.
É reconhecer limites.
Deus não nos chamou para controlar todas as coisas.
Nos chamou para agir com responsabilidade e confiar no que não nos cabe.
Quando essa ordem se organiza, a vida interior também começa a se organizar.
Quando essa ordem se organiza, a vida interior também começa a se organizar.
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O controle excessivo como um hábito interior
O controle raramente aparece como uma reação isolada.
Ele se instala aos poucos e passa a orientar a forma como pensamos, decidimos e reagimos.
Com o tempo, vira um hábito interior: aprendido, repetido e reforçado diariamente, muitas vezes sem consciência.
Com o tempo, vira um hábito interior: aprendido, repetido e reforçado diariamente, muitas vezes sem consciência.
Não controlamos apenas situações externas, mas também nossos próprios pensamentos, expectativas e reações.
E hábitos não se desfazem com boas intenções ou decisões momentâneas.
E hábitos não se desfazem com boas intenções ou decisões momentâneas.
Eles exigem atenção, escolhas concretas e constância ao longo do tempo.
Uma leitura que ajuda a organizar o interior
Quando o controle começa a pesar mais do que ajudar, vale olhar com honestidade para os próprios padrões.
Uma leitura que ajuda a organizar o interior
Quando o controle começa a pesar mais do que ajudar, vale olhar com honestidade para os próprios padrões.
Em muitos casos, não é a situação em si que cansa, mas a forma como reagimos a ela todos os dias.
O livro Hábitos Atômicos, de James Clear, pode ser uma boa leitura nesse processo.
O livro Hábitos Atômicos, de James Clear, pode ser uma boa leitura nesse processo.
Ele não ensina a controlar melhor a vida, mas a perceber como comportamentos repetidos moldam o cotidiano — e como pequenas mudanças consistentes ajudam a lidar melhor com o que está ao nosso alcance e com o que não está.
Não como resposta espiritual, mas como um recurso prático para reorganizar hábitos interiores que já não fazem bem.
Não como resposta espiritual, mas como um recurso prático para reorganizar hábitos interiores que já não fazem bem.
Um aprendizado essencial
Nem tudo precisa estar sob controle para estar bem. Há coisas que nos cabem. Outras, não.
Aprender a respeitar essa diferença não nos enfraquece — nos coloca no lugar certo.
Nem tudo precisa estar sob controle para estar bem. Há coisas que nos cabem. Outras, não.
Aprender a respeitar essa diferença não nos enfraquece — nos coloca no lugar certo.
E isso muda profundamente a forma como vivemos.
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- fevereiro 19, 2026
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